CAF SANCIONA FEDERAÇÕES DO SENEGAL E MARROCOS APÓS INCIDENTES NA FINAL DO CAN 2025

O Conselho Disciplinar da Confederação Africana de Futebol (CAF) aplicou várias sanções à Federação Senegalesa de Futebol e a Federação Real Marroquina de Futebol, bem como a jogadores e membros das equipas técnicas, na sequência de incidentes ocorridos durante a final da Taça das Nações Africanas Marrocos 2025.

As decisões foram tornadas públicas esta quarta-feira, 28 de janeiro de 2026, e baseiam-se em violações ao Código Disciplinar da CAF, relacionadas com comportamentos antidesportivos, falta de fair play e condutas que colocaram em causa a integridade da competição.

Os jogadores Iliman Cheikh Baroy Ndiaye e Ismaila Sarr foram igualmente sancionados com suspensões de duas partidas cada, na sequência de comportamentos impróprios dirigidos à equipa de arbitragem.

A FSF foi ainda multada em 300 mil dólares pela conduta inadequada dos seus adeptos, que, segundo a CAF, prejudicou a reputação do encontro, e em mais 300 mil dólares pelo comportamento antidesportivo de jogadores e equipa técnica. A federação senegalesa recebeu ainda uma coima adicional de 15 mil dólares devido ao elevado número de advertências registadas durante a partida.

Relativamente à selecção de Marrocos, o Conselho Disciplinar decidiu suspender Achraf Hakimi por duas partidas oficiais da CAF, com uma dessas suspensões a ficar condicionada por um período probatório de um ano. Já Ismaël Saibari foi suspenso por três jogos e multado em 100 mil dólares, também por comportamento antidesportivo.

A FRMF foi multada em 200 mil dólares pelo comportamento inadequado dos apanha-bolas durante a final, em 100 mil dólares pela invasão da área de revisão do VAR por jogadores e membros da equipa técnica — acção que interferiu com o trabalho do árbitro — e em 15 mil dólares pelo uso de lasers por parte dos adeptos marroquinos.
O Conselho Disciplinar da CAF rejeitou ainda o protesto apresentado pela Federação Marroquina, que alegava violações dos artigos 82.º e 84.º do Regulamento da Taça das Nações Africanas por parte da FSF, relacionadas com a final da competição. Segundo a CAF, não foram encontrados fundamentos que justificassem a aceitação da reclamação.

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