Há poucos dias do arranque do Mundial, o árbitro somaliano, Omar Artan, foi proibido de entrar nos Estados Unidos da América (EUA), por conta de uma suposta ligação com grupos terroristas, segundo os EUA.
A FIFA havia nomeado Omar Adulkadir Artan para ajuizar partidas na presente edição do Mundial. Omar Artan seria o primeiro somaliano a apitar um jogo na competição.
Antes do arranque da competição, previsto para esta quinta-feira (11), o presidente da FIFA, Gianni Infantino reagiu em torno da polémica.
“É lamentável o que aconteceu com Omar (Artan), o árbitro da Somália. Mas, novamente, não controlamos tudo. (…) Estamos trabalhando nos bastidores, tentando entender a situação, mas há coisas que podemos saber, outras que não podemos saber, coisas que nos dizem e coisas que não nos dizem”, disse Infantino.
A Somália reagiu em torno da recusa de entreda de Omar nos EUA, e pediu explicações por parte da FIFA. O Canadá, um dos anfitriões da competição, mostrou-se disponível para receber o árbitro africano.
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